domingo, 10 de março de 2024

DESCONTENTAMENTO UMA VISAO BIBLICA

 

Essas pessoas vivem se queixando, descontentes com a sua sorte, e seguem os seus próprios desejos impuros; são cheias de si e adulam os outros por interesse.

Há três pecados que permanecem detrás do descontentamento: orgulho, rebeldia e descrença. Deve se lembrar que estes foram os pecados originais do diabo e seus anjos e por isso são pecados que vêm do próprio inferno e acabam “infernizando a vida das pessoas descontentes”. Logo, vejamos como eles estão associados ao descontentamento.

1. O descontentamento é uma manifestação de orgulho

Judas escreve, em sua carta, que os ímpios “são murmuradores, são descontentes, andando segundo as suas próprias paixões. A sua boca vive propalando grandes arrogâncias” (Judas 16). Dessa forma, o escritor bíblico conecta descontentamento com arrogância e orgulho.

De fato, o descontentamento flui de um coração que diz: “Eu mereço melhor do que Deus me deu”! E segundo as Escrituras, orgulho foi o pecado original do próprio Satanás (cf. 1Timóteo 3.6). Nesse sentido o puritano Thomas Boston disse: “O diabo é a criatura mais orgulhosa e mais descontente porque o orgulho e o descontentamento ficam sob um mesmo teto”.

A satisfação vem de saber que em Jesus Cristo você tem tudo que precisa. Além do mais, o cristão tem consciência de que Deus lhe deu abundantemente mais do que ele poderia merecer. O que o ser humano merece é o inferno na terra seguido pelo inferno na eternidade. Mas por seu amor e graça, Deus entregou o Seu Filho em favor daqueles que nele creem.

Também, as Escrituras ensinam que Deus nos abençoou com toda benção espiritual em Cristo. Ele nos concede tudo o que é necessário para a vida e piedade (2Pedro 1.3). Em todas as circunstâncias o amor e o cuidado de Deus sustentam seus filhos e lhes concede sua companhia.

2. O descontentamento é uma expressão de rebeldia

No Antigo Testamento, temos a história de Jó, um homem bom e piedoso que foi grandemente abençoado por Deus. Sua família foi abençoada, seu negócio foi abençoado e sua influência se estendia

sobre as pessoas que o conheciam. No entanto, em determinado dia, após uma série de desastres, ele perdeu tudo e em meio à sua dor Jó disse: “O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor”! (Jó 1.21).

O problema é que a pessoa descontente sempre diz algo diferente daquilo que Jó proferiu. O descontente geralmente verbaliza: “O Senhor deu, mas ele deveria ter dado mais”, ou “o Senhor tirou o que eu tinha, e ele não deveria ter feito isso”. Em outras palavras, o descontente se coloca como juiz do próprio Deus. Ele geralmente coloca deus no banco dos réus e dita o veredito de condenação!

O fato é que o descontentamento é uma expressão de rebelião contra Deus. O apóstolo Paulo questiona veementemente essa atitude. Em Romanos 9.20 ele diz: “quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim”? Em outras palavras, essa atitude não é apenas orgulhosa, mas rebelde, pois se recusa a aceitar o que Deus concede! É como se a pessoa estivesse dizendo: “Se não for o eu quero, então não aceito”!

3. O descontentamento é fruto da incredulidade

Essa verdade é claramente ilustrada por um evento registrado em Êxodo 17. Naquela ocasião, o povo de Deus havia sido grandemente abençoado com a libertação do cativeiro egípcio e, por Deus, era conduzido rumo à Terra Prometida. Naquele percurso, Deus alimentou o seu povo com o “maná” no deserto. Todavia, quando a multidão chegou a um lugar onde não havia água, a maioria reagiu dizendo: “está o Senhor no meio de nós ou não”? (Êxodo 17.7).

Essa história é muito interessante, pois o povo de Israel havia sido grandemente abençoado por Deus e ainda assim não reconheceu o cuidado do Senhor. Não é interessante observar que aqueles que são mais abençoados tendem a murmurar e se sentirem descontentes quando suas expectativas não são satisfeitas? Talvez porque tenham recebido tanto e estão tão acostumados a

grandes quantidades que não possuem qualquer paciência ou perseverança durante as estações de escassez.

Também é importante lembrar que o povo se inquietou com a falta de água, o que poderia ser uma preocupação legítima, mas a reação daquelas pessoas foi totalmente pecaminosa. De fato, há momentos na vida quando podemos ter preocupações legítimas sobre como Deus irá fornecer o que precisamos. O problema é que a preocupação legítima dos israelitas se transformou em incredulidade, pois eles questionaram a realidade de Deus entre eles. Semelhantemente, em momentos de descontentamento é provável que os servos do Senhor questionem o seu amor, sua providência e o seu cuidado. Logo, descontentamento pode ser, também, expressão de incredulidade.

UMA REFLEXAO - JEREMIAS 29.11-12

 

Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês', diz o Senhor, 'planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro. Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvi­rei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração.



Como Isto se Aplica a Você

Então, como esta passagem se aplica a você? Bem, Jeremias 29.11 deve ser lido no contexto de todo o Livro de Jeremias, e o Livro de Jeremias deve ser lido no contexto da história de Israel. Ainda mais, todo o livro de Jeremias e toda a história de Israel devem ser lidos no contexto dos propósitos de Deus em Jesus Cristo. Todas as promessas de Deus “tem nele o sim” (2 Co 1.20). Se estamos em Cristo, então todos os horrores do juízo proclamado pelos profetas caíram sobre nós, na cruz, onde nos unimos a Cristo, ao Ele suportar a maldição da lei (Gl 3.13). E, se estamos em Cristo, todas as bênçãos prometidas aos descendentes de Abraão são agora nossas, pois estamos unidos ao herdeiro de todas estas promessas (Gl 3.14–29).

Por meio de Jeremias, Deus está dizendo aos exilados que sua dispersão não é acidental. Deus tem planos para eles, planos que incluem até o que parece caótico e aleatório. Além disso, estes planos significam que o exílio não é permanente. Isto não é por causa da fidelidade deles, mas por causa da promessa de Deus a Abraão, uma promessa que foi dada na expectativa do filho de Abraão, o Senhor Jesus (Rm 4). E, de fato, os exilados não ficaram dispersos. Deus os restaurou a seus lares. Por quê? Ele os trouxe para casa porque “deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém!” (Rm

E Deus nos diz que, por estarmos em Cristo, somos estranhos e exilados neste tempo entre os tempos (Hb 11.13; 1 Pe 2.11). Nós sofremos, sangramos, morremos e somos tentados a pensar que isto significa que Deus nos abandonou. Concluímos que somos “como ovelhas para o matadouro” (Rm 8.36). Não é assim, nos diz o conteúdo do evangelho.

O Plano de Longo Prazo de Deus para Você

Deus tem um plano para você, em Cristo. Este plano não é para a sua destruição, mas para o seu bem-estar. Você está sendo conformado à imagem de Cristo ao compartilhar seu sofrimento e seu estado final não é um de vítima, mas de vencedor, um co-herdeiro com o Rei (Rm 8.12–39).

Isto significa que seus planos podem se evaporar. Seus sonhos podem ser esmagados. Sua vida pode acabar. Mas o Deus que ressuscitou a Jesus dentre os mortos o levantará junto com Ele.

Como você pode saber isto? Pode fazê-lo da mesma maneira como fizeram os exilados dos velhos tempos: não olhando para sua condição presente, mas pela Palavra de Deus, seu juramento e sua aliança. Isto significa que seus planos podem se evaporar. Seus sonhos podem ser esmagados. Sua vida pode acabar. Mas o Deus que ressuscitou a Jesus dentre os mortos o levantará junto com Ele.

Jeremias 29.11 se aplica a você? Se você está em Cristo, você pode ter certeza disto. A passagem não promete a você o tipo de futuro que a cultura americana valoriza, e talvez até prometa um futuro que o faria tremer se você o visse em uma bola de cristal. A curto prazo, pode ser que você sofra. Mas a longo prazo, seu futuro é endossado por Cristo. Esse é um futuro para o seu bem-estar, e não para o mal; um futuro de esperança, não de desespero.

A ação terapêutica do perdão

 "As leis de Deus são placas sinalizadora fincada em ambas as margens da estrada da vida para nos proteger de algum acidente talvez desastroso". Bills Granhm

Ez.16.52 - Aguente a sua vergonha, pois você proporcionou alguma justificativa às suas irmãs. Visto que os seus pecados são mais detestáveis que os delas, elas parecem mais justas que você. Envergonhe-se, pois, e suporte a sua humilhação, porquanto você fez as suas irmãs parecerem justas.

O perdão elimina as consequências dos erros acometido a outrem? Não! O perdão de Deus exclui aquele intervalo amargo provocado pelas consequências naturais do pecado confessado e perdoado? Não!

O senhor aconselha seu povo (Jerusalém) a suportar e aguentar calado o peso da vergonha e da humilhação que se abateram sobre ela quando era esposa infiel( Ez 16.52). Tamanha foi o seu pecado que ela tinha de passar por essa situação difícil sem se zangar, sem reclamar, sem se revoltar. Muitas vezes erramos, pecamos contra o nosso amigo, nosso irmão, nosso cônjuges e não aceitamos a passar por vergonha quando somos confrontados.

Davi, o homem segundo o coração de Deus, foi plenamente perdoado por Deus , mas o seu mau exemplo impediu que ele punisse seu filho mais velho(Aminon) por ter estrupado a própria irmã(Tamar). E porque não fez nada, Absalão, o irmão por parte de pai e mãe da moça violentada , mandou matar o criminoso. Mais ainda, o pecado de Davi abalou sua reputação perante o povo, facilitando a revolução armada contra ele feita pelo próprio filho e o seu conselheiro palaciano. Os escândalos palacianos fizeram Davi sofre muito, mas ele suportou e aguentou tudo sem abrir a boca contra Deus, que já lhe havia dado perdão e purificação. A certeza do perdão fez com que Davi superasse o período sombrio.

Muitas pessoas são insensíveis ao pecado e ao perdão e essa insensibilidade em grande parte e devido ao descumprimento da palavra de Deus e das orientações por ele dada. O Senhor nos ordenou na mensagem da grande comissão ( Lc 24.47) que seja " sobre perdão e arrependimento". Hoje os ministros e líderes religiosos estão abandonando essa mensagem. Se os ministros mantivesse a mensagem dos profetas um número maior de pessoas passariam a sentir necessidade de perdão.

Além da omissão existe problema de distorção. Hoje quase não se fala em perdão - fala-se mais em cura. Quase não se fala em pecado - fala-se mais em doença. Quase não se fala em

pecamiminosidade - fala-se e prosperidade. Somos curado, mais não perdoados. Somos livre do câncer, mas não da culpa. Se a cura pressupõe a doença, o perdão pressupõe a culpa. Negar a doença não leva a cura, negar a culpa não leva ao perdão. Em alguns casos a reemissão da culpa pode contribuir para a reemissão da doença. Em suma, o perdão em tudo leva vantagem!

Há distúrbio emocionais bastante desagradáveis, que são provocados por desacertos, por equívocos, por escorregão Morais, por omissões e transgressões. O bom comportamento é um ótimo protetor do bem estar, da saúde emocional. Alias, Blilly Graham uma vez disse: As leis de Deus são placas sinalizadora fincada em ambas as margens da estrada da vida para nos proteger de algum acidente talvez desastroso.

O perdão é tão saudável que acaba com alguns distúrbio emocionais causados pelo pecado, como por exemplo, o autonojo, o auto-ódio e a auto-depreciação, entre outros sintoma

sexta-feira, 8 de março de 2024

UMA REFLEXAO - Salmo 3

 

Este Salmo foi escrito por Davi na ocasião em que ele fugia de seu filho Absalão. Imaginem a dor de um pai ao ter que fugir da ira de seu próprio filho. Absalão tomou o trono de Davi e cometeu verdadeiros absurdos para alcançar este objetivo. Seus desígnios foram tão perversos que nem a vida de seu idoso progenitor seria poupada. As tragédias familiares fizeram da casa de Davi um espetáculo para Israel e motivo de escárnio na boca dos que diziam do rei: “Não há em Deus salvação para ele” (v.2). “Porém” (v.3), Davi confiava em Deus e em Sua provisão.

Percebam que Davi iniciou o Salmo com uma exclamação: “Senhor, como tem crescido o número dos meus adversários!” (v.1). Ele entrou em diálogo com Deus, externando primeiramente o que estava sentindo e vivendo naquele momento. Seus inimigos se multiplicavam e ele não se referia a inimigos pagãos, mas do seu próprio povo (v.6) e de sua própria família. A rebelião de Absalão havia provocado uma divisão entre os filhos de Israel, de modo que muitos se levantaram contra Davi.

“Porém” (v.3), Davi tinha o Senhor por escudo e salvação. Ele clamava e Deus o ouvia. Ele deitava e dormia sossegado. Ele acordava, pois Deus o sustentava. Ele não temia seus inimigos, porque o Senhor era o seu Deus, o Justo Juiz. Davi havia experimentado a graça e o perdão de Deus, e por mais que fossem numerosos os seus adversários, nada poderia apagar de seu coração a esperança que o motivava a prosseguir olhando para o alto.

Talvez você esteja passando por um momento de adversidade que envolve pessoas que deveriam te amar, mas que decidiram te perseguir. Mas não fomos deixados sem aviso quanto a isto: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12). Abra o seu coração ao Senhor! Conte a Jesus o que você está sentindo. Lembre-se que ninguém melhor do que Ele para entender o que é ser perseguido e acusado injustamente. Não use a sua voz para revidar o mal, mas para clamar ao Senhor “e Ele do Seu santo monte” (v.4) irá lhe responder. Não perca noites de sono por causa daqueles que não lhe querem bem, mas confie que assim como Deus lhe acordou nesta manhã, Ele Se levantará para salvá-lo (v.7). Vigiemos e oremos!

UMA REFLEXAO DO SALMO 131

 

Se havia alguém em Israel com motivos de sobra para se orgulhar era DAVI. Oitava filho de um cidadão comum, Davi começou trabalhando como simples pastor de ovelhas e, no entanto, se tornou o maior rei de Israel. Soldado corajoso, general e tático talentoso e servo sincero de Deus, foi Davi quem derrotou os inimigos de Israel, expandiu as fronteiras de sua terra e ajuntou riqueza que Salomão usou para construir o templo. Escreveu quase metade dos salmos e, apesar de (como nos) ser culpado de desobedecer ao Senhor, sempre se arrependeu e buscou o perdão misericordioso de Deus. Foi por amor a Davi que o Senhor manteve acesa sua lâmpada em Jerusalém durante os anos de decadência em Judá, E FOI PELA LINHAGEM DE DAVI que JESUS CRISTO veio ao mundo. Com exceção de algumas ocasiões em que cedeu a seus desejos egoístas , Davi andou com o Senhor mantendo sempre um espirito humilde. Neste Salmo curto, fala dos elementos essenciais de uma vida que glorifica a Deus e que realiza sua obra aqui na terra.

Três pontos podemos aprender com Davi, neste Salmo:

1. HONESTIDADE- ACEITAR A SI MESMO (Sl 131.1)

Sl 131.1 - Senhor, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim.

Movemo-nos em direção à maturidade, estagio no qual reconhecemos honestamente nossa identidade, compreendemos nossas capacidades, aceitamos essas duas coisas e vivemos para a glória de. Rejeitar ou odiar a si mesmo, iludir-se a respeito de si mesmo e invejar a outros são sinais de imaturidade. Davi havia observado alguns comportamentos desse tipo em seu filho, Absalão, e também no rei Saul. Um coração orgulhoso recusa-se a encarar a realidade. Um conceito elevado de nós mesmo ( “olhar altivo” ) encobre a inadequação, e as ambições arrogantes( andar “ à procura de grande coisas” ) podem impressionar algumas pessoas, mas terminam em fracasso vergonhoso ( Jr 45.5 - E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o SENHOR; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores. ). Quando aceitamos a nós mesmo e nossas circunstancias e agradecemos a Deus pelo modo como ele nos criou , não precisamos impressionar as pessoas. Elas verão nosso valor e nos amarão por aquilo que somos de fato ( ver Pv 18.12; Fp 4.11, 12 ; Hb 13.5 ). Crianças mimadas querem ser vistas e ouvidas e se metem em situações com os quais não conseguem lidar. Davi não se promoveu, mas foi exaltado por Deus.

2 HUMILDADE – Aceitar a vontade de Deus (Sl 131.2)

Sl 131.2 -“Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.”

A comparação com uma criança desmamada é um retrato muito bonito do significado da humildade e da maturidade. As crianças israelitas eram desmamada aos 3 ou 4 anos de idade, um acontecimento que marcava o fim da primeiro da primeira infância. Mas a criança, de modo geral, não desejam ser privadas dos braços carinhoso da mãe e da saciedade que encontram em seus seios, de modo que se sentem rejeitadas. Porém, depois da crise do nascimento, toda criança deve, mais cedo ou mais tarde , ser desmamada e aprender a primeira lição da escola da vida: o processo de crescimento envolve perdas dolorosa que podem levar a ganhos maravilhosos. O termo hebraico para desmamar significa

“completar, amadurecer, tratar com bondade”. As pessoas em processo de amadurecimento sabem que a vida é uma serie de perdas e ganhos e aprende a usar suas perdas de maneira construtiva. A fim de não apenas crescer, mas também se desenvolver, as crianças devem ser capazes de atuar de modo independente da mãe. Isso implica desmamar, ir a escola, escolher uma profissão e, provavelmente, se casar e constituir um novo lar. Deve aprender que existe uma diferença entre a independência física e a emocional de sua família e que essas separação não privam do amor da mãe. O objetivo de Deus é que alcancemos a maturidade emocional e espiritual(1Co 13.11; 14.20; Ef 4.13-15), e por vezes, Deus precisa nos desmamar de coisas boas para nos dar coisas melhores. Abraão teve de deixar sua família e sua cidade, mandar Ismael embora, separar-se de Ló e colocar Isaque sobre o altar. Que desmame doloroso! Jose teve de ser separado do pai e doa irmãos, a fim de ver seus sonhos realizados. Tanto Jacó quanto Pedro TIVERAM DE SER DESMAMADO de sua auto - suficiência e aprender que crer é viver sem tramar. A criança que Davi descreve debate-se e chora, mas, no final, se acalma e aceita o inevitável. Termo descreve o mar que se acalma ou o lavrador que aplana o solo de pois de ará-lo.( Is 28.25). Em vez de ter altos e baixos emocionais , a criança desenvolve reações constantes e uniforme , indicando um passo enorme na busca pela maturidade. A vida bem sucedida implica uma passagem da dependência para a independência e em seguida para interdependência, sempre dentro da vontade de Deus. Aceitar a vontade de Deus nas perdas e ganhos da vida é experimentar uma serenidade interior essencial para que nos tornemos pessoas madura.

3. A ESPERANÇA – A expectativa para o futuro ( Sl 131.3)

Sl 131.3 - Espera, ó Israel, no Senhor, desde agora e para sempre.

As crianças pequenas não entendem que a decisão da mãe é para o bem dela, pois o desmame as liberta para ir de encontro ao futuro e aproveitá-lo ao máximo. A criança pode querer que as coisas como estão, mas esse é o caminho da imaturidade e da infelicidade. Quando nos debatemos para manter o passado confortável, abrimos mão de um futuro desafiador . No vocábulo cristão, o verbo esperar não tem o sentido vago da expresso “ ah! Espero que sim! “ . Antes, é uma expectativa jubilosa daquilo que o Senhor fará, com base em suas promessas que nunca muda. Como crianças sendo desmamada, podemos nos debater com as circunstancias em que nos encontramos no presente, mas sabemos que toda essa agitação é errada. Essa circunstância são o ventre de dentro do qual nascerão novas bençãos e oportunidade( Rm 8.28)

Uma lei de limites: Plantar e colher – A lei das consequências

 Uma lei de limites: Plantar e colher – A lei das consequências (2Co 9.6-11; Gl 6.7-10)

De todas as leis de limites ( cf. med Gl 6.1-5), uma das mais serias é a de semear e ceifar. Mais cedo ou mais tarde , experimentamos as consequências de nossas ações. Se não a experimentamos no presente, sofreremos de forma multiplicada no futuro. Muitas vezes, um dos cônjuges pode se descontrolar e não sofrer as consequências de seu comportamento. O marido grita com a esposa enquanto ela tenta ser mais afetuosa. Na verdade, o mal ( gritar ) traz coisas boas ( mais afeto) para ele. Ou a esposa gasta demais, e o marido paga pelas consequências, entrando no segundo emprego para quitar as dividas. Mas os males encoberto crescerão ao ponto de arrbentar.

Quando protegemos alguém como na ilustração acima, contrariamos a lei de Deus sobre o semear e ceifar( 2Co 9.6); Gl 6.7-8). Livramos essa pessoa das consequências naturais de seu comportamento errad, permitindo-lhe continuar a comportar-se irresponsavelmente. Nossa atitude é uma doença seria que se chama codependência ( cf meds. Gn 45.1-15);1Sm 15.1-16.1; 2 Sm 1.17-27). Dar cobertura á pessoa irresponsavel não lhe causa nenhuma dor; somente as consequências de seus próprios atos podem fazer isso. PRECISAMOS DEIXAR QUE ELA SOFRA, POIS, DO CONTRARIO, ela acabará sofrendo muito mais na frente quando sua irresponsabilidade crescer e a lei das consequencias pegá-la em cheio( cf.n. Pv 6.9-15).

SENTIMENTOS PERIGOSOS ATÉ ONDE PODEMNOS LEVAR ?

 

( Gn 4.1-16)

SEU MAIOR INIMIGO é aquele que você vê no espelho. Seu maior problema não esta fora, mas dentro de você. Usando o exemplo de um personagem bíblico(Caim). Descrevemos a seguir o que podem  e onde nos levar certos sentimentos perigosos.

1.    Os sentimentos perigosos transpiram dentro da própria família;

2.    Os sentimentos perigosos transpiram ate mesmo na adoração;

3.    Os sentimentos perigosos se agravam quando desprezamos as advertências de Deus;

4.    Os sentimentos perigosos não ficam encoberto e podem passar a futuras gerações

i.      Os sentimentos perigosos transpiram dentro da própria família (Gn 4.1-7). Hoje se diz que o meio corrompe; que a violência é consequência do trafico de droga, da injustiça social, do descalabro dos costumes. Mas Caim e Abel não tinham parentes, amigos ou inimigos. Não havia poluição, desemprego, violência urbana nem sociedade promíscua. O mal estava no coração de Caim. É do coração que procede os maus desígnios. Caim e Abel recebem a mesma carga genética, ouviram os mesmos ensinamentos, cresceram no mesmo Lar, no mesmo ambiente , ouvindo as mesmas historias. Todavia Caim era maligno , hipócrita e amava a si mesmo( 1Jo3.12), e Abel era temente a Deus , servo fiel e O amava. Nesse lar os filhos crescem diferentes, com vocações, corações  e religiões diferentes.

ii.    Os sentimentos perigosos transpiram até mesmo na adoração (Gn4.5-8). A adoração é a maior prioridade da nossa vida. Amar a Deus é o maior  de todos os mandamentos. Deus procura adoradores que O adorem em espírito e em verdade. Antes de Deus aceitar o nosso culto, precisa aceitar a nossa vida.Deus esta está mais interessado em quem você é do que você faz.Vida com Deus precede culto e trabalho para ele. CULTO precisa se sincero (em espírito) e bíblico – de acordo com os princípios divinos (em verdade). O culto de Abel era prescrito por Deus.Estabelecia a verdade de um pecador que precisa ter seus pecados expiados. A OFERTA DE Caim é de um adorador auto suficiente.  Abel oferece um sacrifício de sangue, pois sem derramamento de sangue não há remissão de pecados ( Gn 3.21; Hb 9.22). Sua oferta tipificava o sacrifício de Cristo; A de Caim  , o melhor dos esforços humanos. A oferta de Abel foi superior porque foi pela fé; a de Caim para agradar a si mesmo( Hb 11.4). 

iii.   Os sentimentos perigosos se agravam quando desprezamos as advertências de Deus (Gn 4.7). Caim é chamado ao arrependimento, mas endurece o coração. “Porque...se ...(v 6.7) é um apelo de Deus para a razão e um interesse pelo pecado (v. 5) e pela justiça(v.10). Deus avisa, adverte, coloca sinais de alerta na estrada: “ Meu filho não vá, não faça,  não toque, não se misture, não deseje, não se afaste da igreja”. Cuidado! Mas Caim em vez de ouvir a voz de Deus, endureceu ainda mais o coração. EM Vez de fugir do pecado, o consumou. Caim é confrontado por Deus depois de matar Abel, seu irmão, e responde com uma evasiva hipocrisia. Caim em vez de se voltar para Deus, Caim fugiu de Deus e usou mascara para consumar seu pecado:  A da mentira (v.8), da crueldade e da dissimulação.

iv.   Os sentimentos perigosos não ficam encobertos e podem passar a futuras gerações ( Gn 4.9-17). Não há pecado que fique encoberto a Deus (v. 9,10). O que é feito às escondidas na terra é visto pelo céu.  Deus viu Adão e Eva quando comeram do fruto proibido; Deus viu Caim matando Abel;Deus Viu Acã roubando; Deus viu Davi na cama do adultério com Bate-Seba; Deus viu Anananias e Safira mentindo. Deus vê você e eu (Sl 139).

A maldição do pecado é um terrível peso sobre o transgressor(V13). O pecado gera maldição(v.11), desinstala a pessoa (v.12), oprime, esmaga e escraviza ( v.13). Caim não consegue ficar livre da sua memória(v.15) – a marca era um estigma que não deixaria a sua desventura. Alem disso, ele não consegue ter intimidade com Deus(v.16) – ele se retira da presença do Senhor. Ele não se humilha, não chora, não se arrepende. E para onde vai? Vai para o NODE – peregrinação , fuga, exílio.

A semente do pecado que você planta hoje torna-se  uma lavoura maldita amanhã (v.23). A descendência  de Caim viveu nas suas pegadas, Lameque torno-se polígono,  violento e assassino .Enquanto Caim caiu no pecado, Lameque exultou nele. A descendência de Caim se desvia de Deus e se corrompe. Tornou-se uma geração apostatas, de gente devassa moralmente , que embrenhou  no pecado até que Deus olhou do ceu e sentiu sausea e resolveu destruir os pecadores com um dilúvio. Só a parir de Sete é que se comecou a invocar o nome do Senhor(v.26).

COMO SERA A SUA DESCENDENCIA? O QUE VOCE ESTA SEMEADO?